Liberdade para adoração

“de conceder-nos que, livres das mãos de inimigos, o adorássemos sem temor, em santidade e justiça perante ele, todos os nossos dias”. Lucas 1.74-75.

Certo dia, em uma igreja, foi cantada durante um culto a famosa música de refrão “o acaso vai me proteger”. Alguns usaram como argumento a liberdade que o povo de Deus tem para adorá-lo.

O grande problema é de estarmos transformando a liberdade em libertinagem. Infelizmente, nessa direção, muitos têm caído nesses erros e usado os argumentos: adoro do jeito que eu quero, o que importa é que seja de coração, o que vale é a intenção, Deus vê o interior e não o exterior, Ele conhece o meu coração.

O evangelista Lucas narra que Zacarias, após o nascimento de João Batista, profetizou acerca da salvação em Cristo, que João Batista precederia. E em um dos trechos da profecia, ele trouxe verdades de Deus acerca desta libertação.

A primeira verdade, é que fomos libertados do império das trevas com o objetivo da glória de Deus, para que “o adorássemos”. Fomos criados para Deus, nosso alvo deve ser a adoração.

A segunda, é sobre o modo como adoramos: primeiro, “sem temor”, pois Cristo nos reconciliou com Deus; segundo, “em justiça”, pois Cristo nos justificou; e terceiro,  “em santidade”, sem a qual ninguém verá a Deus.

A terceira verdade, é sobre o tempo: “todos os nossos dias”. Deus não nos chamou para um período, curto ou determinado, de adoração. Ele nos chamou para que o objetivo para o qual fomos criados fosse restaurado, em todo o tempo devemos adorar ao Senhor.

Jesus Cristo, com sua vida e obra, nos libertou do império das trevas, reconciliou-nos com Deus, e prometeu estar conosco todos os dias. Ele é o nosso mediador, é nele que somos restaurados, conforme à sua imagem, para a glória de Deus, em todo o tempo, por toda a eternidade, a verdadeira liberdade para adoração.

Que Deus nos encontre como verdadeiros adoradores.

Timóteo Sales



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